O Blog Pense Verde e o mundo está repercutindo a previsão pessimista, apresentada pelo Centro Hadley de climatologia, surgiu como um balde de água fria nos esforços para conservação da floresta. Os pesquisadores ingleses afirmaram, em um congresso na Dinamarca, que não seria possível salvar a Amazônia dos efeitos negativos do aquecimento global se o aumento da temperatura do planeta atingisse quatro graus Celsius, comparado com níveis pré-industriais. Nesse cenário perderíamos 85% de floresta independente de qualquer política de conservação aplicada na região. Apesar da grande repercussão do estudo, cientistas brasileiros alertam que a Amazônia ainda pode ser salva sim. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). afirma que “Em 2007, fizemos uma pesquisa com outros quinze modelos de projeções climáticas, além do Centro Hadley, e chegamos ao um número menor de perda da cobertura floresta da região. Caso a temperatura média do planeta tenha um aumento de quatro graus Celsius, perderíamos 40% de floresta”.
DIRETOR DA UTRESA É CONDENADO
Foi proferida a sentença que condena a 18 anos de reclusão, em regime fechado, e mais 12 anos no semiaberto o ex-diretor da Utresa — Central de Resíduos Industriais —, Luiz Ruppenthal, pela responsabilidade da mortandade dos peixes do Rio dos Sinos, em outubro de 2006. A sentença foi assinada pelo juiz de Direito da Comarca de Estância Velha, Nilton Filomena, e confirmada pelo promotor de Justiça Paulo Eduardo de Almeida Vieira. Um habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça, no entanto, garante que Ruppenthal permaneça em liberdade até que todos os recursos manejados por seus advogados sejam realizados. A pessoa jurídica Utresa foi condenada ao pagamento de multa, mas que foi declarada prescrita. O teor da sentença está no site www.tjrs.jus.br, link andamento processual, comarca de Estância Velha, processo n. 20600028394
McDONALD'S BUSCA NOVA POSTURA
Com uma imagem não tão boa ante aos ambientalistas, a maior rede de fast food do mundo está empenhada em mudar tal imagem e ajudar as florestas do planeta. O blog Pense Verde noticia que uma parceria entre a rede de toda a Europa e a ONG Conservation International está investindo um milhão de euros na preservação da fauna e flora do planeta. Parte desse dinheiro está em campanhas publicitárias impressas nas próprias embalagens dos sanduíches. Há jogos e informações relevantes sobre gorilas, elefantes e pandas. Basta comprar o sanduíche para ganhar até acesso a um portal ecológico. Os investimentso também estão sendo feitos em florestas ameaçadas da Ásia. A estratégia da empresa é turbinar os investimentos de marketing em projetos vinculados à sustentabilidade, que hoje mobilizam 70% de todo o investimento em propaganda do McDonald’s.
RONDÔNIA NEGA AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL PARA USINA DE JIRAU
Será que existe pensamento preservacionista ou são outros interesses? O que importa, no momento, é que a Agência Brasil noticiou que a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia negou uma autorização ambiental solicitada pelo Consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO). De acordo com a assessoria de imprensa do consórcio, a autorização era para a abertura de acessos no canteiro de obras em uma área que pertence ao estado. O consórcio garante que o trabalho no canteiro de obras da usina continua normalmente, pois o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já havia autorizado o início da construção da hidrelétrica. A empresa ainda irá avaliar se vai pedir novamente a autorização ambiental para o governo para trabalhar na área do estado. O governo de Rondônia informou que determinou a suspensão da autorização ambiental porque a construção da usina irá provocar a inundação de uma área de conservação ambiental. De acordo com a nota divulgada pelo governo, se a usina fosse construída no local previsto inicialmente, a inundação não atingiria a área de conservação. A mudança no local da construção da usina foi anunciada pelo consórcio vencedor do leilão do empreendimento. Segundo os empreendedores, a medida deve diminuir os custos e os impactos ambientais, além de acelerar o cronograma da obra.
MMA "COMEMORA" REDUÇÃO NO DESMATAMENTO
Comemorar? Ainda falta muito para uma redução siginificativa, ou até total do desmatamento no Brasil. De qualquer forma, o Ministério do Meio Ambiente atribuiu a queda de 70 por cento no desmatamento na Amazônia Legal nos últimos três meses pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), à atuação conjunta dos órgãos ambientais e da Polícia Federal na região. No mesmo período, em 2007 e 2008, os satélites detectaram um total de 2.527 quilômetros quadrados de degradação e corte raso da floresta, contra apenas 754,3 quilômetros quadrados encontrados nos meses de novembro, dezembro de 2008 e janeiro de 2009. A redução no nível de desmatamento é uma das maiores já registradas. A retração da atividade madeireira na região foi descartada pelo ministro Carlos Minc como uma das possíveis causas da queda. Para ele, os efeitos da crise mundial só devem atingir a Amazônia entre os meses de abril e maio. A avaliação de Minc é reforçada pelos dados apurados pelo Inpe, que consolidam o Maranhão como um estado onde o desmatamento vem apresentando números alarmantes para a região. À medida que a repressão cresce nos demais estados, os desmatadores são levados a buscar outros lugares para sua ação criminosa, lembrou. Por isso, a atuação dos órgãos ambientais no centro-oeste do estado do Maranhão, na região de Imperatriz, tende a ser intensificada, promete o ministro. O levantamento do Inpe traz o Pará no topo da lista dos estados com maior nível de desmatamento, sendo identificada a derrubada de 318,7 quilômetros quadrados, o que corresponde a algo em torno de 40 por cento da área degradada no período do estudo. O Mato Grosso, segundo colocado, foi o responsável pelo acréscimo de 272,3 Km2 na área degradada da Amazônia. (com informações MMA)
SC OBRIGADO A PAGAR MAIS DE R$ 1 MILHÃO EM MULTAS PELA FARRA DO BOI
O estado de Santa Catarina está obrigado a pagar multa superior a R$ 1 milhão por descumprir, de 1999 a 2006, determinação judicial de proibir a Farra do Boi. A decisão foi tomada pelo juiz Luiz Felipe Siegert Schuch, da Vara de Rogatórios, Precatórios, Precatórias e Concordata de Florianópolis na ação contra a prática foi proposta pela Associação dos Amigos de Petrópolis, Sociedade Zoológica Educativa e Associação Protetora dos Animais. Em 1999, depois de passar em todas as instâncias, o Supremo Tribunal Federal condenou o estado a “proibir a denominada festa da Farra do Boi e ou manifestações assemelhadas por atos e medidas formais e práticas, como obrigações de fazer”. O STF definiu multa diária de R$ 500. “Apesar da decisão da Corte Suprema, o Estado ‘nunca proibiu’ malsinado folguedo, como está obrigado, limitando-se a ‘coibir os abusos’ decorrentes da sua prática, conduta em muito diversa”, afirma o juiz. Para Schuch, a aprovação do estado está escancarada em documentos presentes no processo. A desobediência abrange o período de 28 de dezembro de 2000 a 14 de março de 2006, alcançando 1.091 dias até o ajuizamento da ação de execução. Com isso, o valor da multa alcança R$ 950 mil, que chega a R$ 1 milhão acrescido de juros. A Farra do Boi foi trazida ao Brasil pelos açorianos há 200 anos. Ela acontece principalmente no litoral de Santa Catarina, onde é predominante essa descendência. O ritual tem conotação religiosa referente à Paixão de Cristo, onde o boi faria o papel de Judas. Na farra, o animal é perseguido por uma turba ensandecida que o maltrata até a morte. Autos 023.07.146643-9 (com informações TJSC)
MULTA NO CASO DO VAZAMENTO DE ÓLEO NO RIO DOS SINOS
Estou repassando a notícia que a FEPAM entregou o auto de infração n.º 88/2009 para Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), estipulando uma multa no valor de R$ 47.415,00 referente ao lançamento de resíduo oleoso no arroio Guajuviras, que contaminou o arroio Sapucaia e o Rio dos Sinos em uma extensão de 10 km no dia 20 de fevereiro último. No mesmo auto de infração, foi dado prazo para que a REFAP apresente em até 60 dias relatório das ações de investigação sobre a origem do lançamento do resíduo oleoso, bem como medidas adotadas para evitar novos lançamentos, sob pena de multa no valor de R$ 94.930,00, caso haja descumprimento das determinações. Porém, tenho a informação que seria a terceira vez que a empresa produz dano ao rio, não parece ser ínfima a penalidade para uma instituição de grande porte? Para refletir...
ADOÇÃO URGENTE
A salsicha Mimosa foi abandonada prenhe,teve os filhotes que ja foram doados. Agora, ela precisa de um lar urgente senão vai voltar para a rua. Ela é uma salsicha de pequeno porte, muita carinhosa. É uma senhora de aproximadamente 8 anos. As informações são de Capão da Canoa, por Vanir. Os dados para contato são de Ana, ana.cruz_@hotmail.com, fone (51) 3365-3593 .
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