Agentes do Ibama, em operação comandada pelo ministro do MA, Carlos Minc, aplicaram ontem uma multa de R$ 10 milhões a fazendeiros que criam gado dentro da Floresta Nacional do Jamanxim, no sudoeste do Pará, além da apreensão de 3,2 mil m3 de toras de madeira nobre e de 4.000 cabeças de gado de corte. O MMA doou ao governo do Pará madeira cortada ilegalmente na região. (com informações MMA)
SÁBIA NATUREZA

A cadela Isabella, uma fêmea da raça golden retriever, tornou-se uma mãe adotiva nada comum no último domingo. Ela adotou três filhotes de tigre branco que foram abandonados pela mãe logo depois de nascer no Parque Zoológico Safári, no Estado americano do Kansas. Por enquanto, os tigrinhos estão sendo amamentados normalmente por Isabella. O comportamento maternal exacerbado é comum em fêmeas de várias espécies de mamíferos. (com informações Clicrbs)
ACP PARALISA ATIVIDADES DE FÁBRICA EM SC
O forte cheiro de matéria orgânica em decomposição lançado no ar, acusado pelos moradores de cinco bairros do Município de Seara, levou o Ministério Público a ajuizar uma ação civil pública contra uma fábrica de farinha animal (matéria prima para a fabricação de ração). Na ação, foi pedida a liminar para que a empresa paralisasse as atividades até que instalasse equipamentos de controle de poluição, e esta foi concedida sob pena de multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento - há ainda o pedido para que a fábrica instale sistema de controle de emissões atmosférica, cumpra todas as exigências do Ministério da Agricultura, funcione somente nos dias úteis, das 7 às 17 horas, e pague R$ 100 mil de indenização. Na ação, o Promotor relata que a empresa transporta vísceras, sangue e penas de animais abatidos nos frigoríficos da região - materiais utilizados para a fabricação da farinha - em caminhões sem refrigeração. Na empresa, o material é cozido, processado e secado para ser transformado em farinha de carne. De acordo com o Promotor, os moradores dos bairros vizinhos à fábrica reclamam que o processo de fabricação lança na atmosfera odores insuportáveis de "matéria orgânica em decomposição" e "carne podre". Vários deles afirmaram ao Ministério Público apresentar náuseas, enjôos, dores de cabeça e, inclusive, um caso de depressão. Os vizinhos reclamaram, ainda, dos horários de funcionamento da fábrica, que não respeita sábados, domingos, feriados e horários noturnos. Vistorias da Polícia Ambiental e do próprio Ministério Público confirmaram as denúncias da comunidade. O Promotor acrescenta que a fiscalização agropecuária do Ministério da Agricultura constatou, entre outras irregularidades, mau cheiro e presença de moscas em toda a fábrica, falta de barreiras sanitárias, falta de paredes e lavatórios, retirada de resíduos da área de produção muito esporádica, acúmulo de farinha sobre o moinho e matéria prima sob incidência de luz natural e sem isolamento da área externa.. (Ação Civil Pública nº 068.08.001121-4, com informações MP/SC)
NATUREZA GAÚCHA
O livro Expedição Natureza Gaúcha será lançado com uma mostra fotográfica no dia 5 de agosto no Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo, na Rua da Praia, quase esquina com Gen Câmara, em Porto Alegre. A obra traz imagens capturadas nas unidades de conservação de proteção integral do Rio Grande do Sul pelo fotógrafo Zé Paiva. O projeto documental alia arte e ciência. Pioneiro, ele é o primeiro a registrar com tal cuidado e amplitude as áreas de proteção ambiental do Brasil. As fotos trazem a diversidade da fauna e flora, terrestre e aquática, numa profusão de planícies, montanhas, rios, praias, aves, mamíferos e outros tantos animais. Expedição Natureza Gaúcha faz parte do projeto Expedição Natureza, que busca redesenhar a ecologia dos Estados brasileiros e chamar a atenção da sociedade para as questões ecológicas antes que seja muito tarde. (com informações Missão Verde)
AMAZÔNIA PERDE MAIS DE UM CAMPO DE FUTEBOL POR MINUTO
A Amazônia perdeu o equivalente a um campo de futebol e meio por minuto em junho por conta do desmatamento, totalizando 612 km² no mês, informou o Imazon, instituto de pesquisa não-governamental dedicado a estudar a floresta. O desmate do mês de junho foi 23% maior do que o registrado no mesmo período de 2007, de acordo com o Imazon. Em junho do ano passado, a floresta perdeu 499 km², segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon. O Pará foi o recordista de destruição da floresta em junho, respondendo por 63% da área perdida. Em seguida vieram Mato Grosso (12%), Roraima (11%) e Amazonas (10%). Os demais Estados da chamada Amazônia Legal contribuíram com cerca de 4% para o desmate total. Os dados do SAD também mostraram que a Amazônia perdeu 4.754 km² de floresta entre agosto do ano passado e junho deste ano, elevação de 9% na comparação com o acumulado entre agosto de 2006 e junho de 2007. Ainda de acordo com os dados do Imazon, a maior parte do desmatamento registrado em junho ocorreu em áreas privadas, sob diversos estágios de posse ou devolutas: 68%. Depois vieram o desmatamento em assentamentos da reforma agrária e em unidades de conservação, com 18% e 10%respectivamente. A destruição de florestas em áreas indígenas respondeu por 3% do desmate em junho. Os números sobre desmatamento da Amazônia considerados oficiais pelo governo federal, apurados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, serão divulgados amanhã e devem ser comentados no mesmo dia pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. (com informações Terra/Reuters)
MULTA DE DEZ MILHÕES NO PARÁ
O Ibama multou em R$10 milhões uma empreteira pela extração ilegal de areia em praia próxima à Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no município de Breu Branco, sudeste paraense - alguma novidade??? A infração foi constatada durante vistoria na praia dos Índios Gaviões da Montanha, na margem direita do Rio Tocantins, denunciada pelos próprios moradores que perceberam a perda gradativa da praia por causa da extração ilegal da areia no local. Com base na resolução do Conama de nº369, de 2006, que fala da intervenção ou supressão de vegetação em APP´s , qualquer empresa deve apresentar Estudo Prévio de Impacto Ambiental- EIA e Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente- RIMA, no processo de licenciamento ambiental, uma vez qualquer obra feita em áreas de preservação é de interesse público Assim, o Escritório do Ibama aplicou a multa de R$ 10 milhões e embargou as atividades de extração, diante da confirmação da extração de areia em Área de Preservação Permanente. (com informações Ibama)
NOVA PRAÇA EM POA
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) inaugura na próxima terça-feira, 29, às 14h, a Praça Joaquim Rache Vitello, situada na Rua Germano Petersen Jr, bairro Auxiliadora. Com cerca de 1.300,00 metros quadrados, o local foi urbanizado com recursos oriundos de medida compensatória das obras do Conduto forçado Álvaro Chaves. Participarão do ato crianças de 1 à 5 anos, da Escola de Educação Infantil Amigos do Verde. O local contará com duas quadras esportivas, equipamentos de recreação infantil e ginástica, passeios externos de basalto, escadas e pistas para caminhadas em saibro com marcadores de distância, mesas para jogos de damas, brinquedos, área de lazer gramada e protegida por telamento, além de um pórtico de entrada, que futuramente será ornado por mudas de plantas trepadeira. Tendo em vista que a praça está incrustada entre três edifícios, foi colocado um gradil externo e portão de acesso junto ao pórtico, para maior segurança dos usuários. (com informações Smam)
IBAMA APLICA MULTA DE 1 MILHÃO DE REAIS NO PARÁ
Fiscais do Ibama multam em R$ 1 milhão frigorífico pela poluição e emissão de resíduos industriais (proveniente do abate do gado) em uma área de preservação permanente, que estava funcionando há oito anos de forma ilegal, no município de Altamira, centro-oeste do Pará. De acordo com o Ibama, a Polícia Federal ofereceu suporte a essa autuação, e que o lançamento provocou assoreamento parcial de uma represa. O frigorífico já havia sido autuado por vários motivos, dentre eles, o desmate, a falta de Licença de Operação e registro no Cadastro Técnico Federal. Agora, além de ser autuado pela poluição da área de preservação, o proprietário da empresa foi multado pela falta de pagamento da Taxa de Controle de Fiscalização Ambiental (TCFA) e por não ter entregue o relatório anual do CTF. (com informações Ibama)
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