IBAMA INTERCEPTA 22 T DE LIXO NO PORTO DE RIO GRANDE/RS

Uma carga de 22 toneladas de lixo saiu de forma irregular do Porto de Hamburgo, na Alemanha, para o Brasil. O que deveria ser aparas de polímeros de etileno, resíduos de processos industriais reutilizados por empresas de reciclagem, era na verdade lixo doméstico urbano. A carga de detritos foi interceptada pela Receita Federal no Porto de Rio Grande/RS. Ao vistoriar o material, os fiscais do Escritório Regional do Ibama encontraram embalagens de produtos de limpeza, fraldas descartáveis e toda sorte de resíduos contaminados. A transportadora Hanjin Shipping foi multada pelo Ibama em R$1,5 milhão de reais e notificada a devolver o lixo para a Alemanha em dez dias, contados a partir do recebimento do ofício emitido no último dia 13. O não cumprimento do prazo estabelecido implicará em nova multa e o infrator será considerado reincidente. A empresa importadora Recoplast Recuperação e Comércio de Plástico, com sede em Esteio/RS, recebeu multa de R$ 400 mil reais “por importar resíduos sólidos domiciliares de origem estrangeira, produtos perigosos à saúde pública e ao meio ambiente, em desacordo com a legislação vigente”. O Ibama indicou “que o não cumprimento dos acordos internacionais é uma afronta aos países signatários e, nesse caso, um desrespeito ao Brasil e a sociedade brasileira no sentido de manter um meio ambiente íntegro para o bem comum”, referindo-se a Convenção de Basileia, que leva o nome da cidade suíça onde foi firmada, em 1988. O acordo internacional visa estabelecer mecanismos de controle sobre a movimentação de resíduos perigosos entre países com o objetivo de garantir a segurança ambiental e a saúde humana, em termos de transporte, destinação, produção e gestão desses resíduos. O Brasil ratificou a Convenção em 1993, a Alemanha e outros 168 países também são signatários. O acordo prevê que a autoridade competente do país exportador notificará ou exigirá ao produtor ou exportador que notifique, por escrito, o país envolvido sobre qualquer movimento transfronteiriço de resíduos perigosos e de outros resíduos. O país de importação responderá consentindo no movimento com ou sem condições, negando permissões para o movimento ou requerendo informações adicionais. O transporte dos resíduos só poderá ocorrer após o consentimento formal das autoridades. (com informações http://www.ibama.gov.br/)

NOVOS NÚMEROS DO DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA

Em junho de 2010, a Amazônia perdeu 243,7 quilômetros quadrados (km²) de floresta, devastação 41% menor que a registrada no mesmo mês do ano passado. Os dados divulgados são do sistema Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Faltando um mês para fechar o calendário oficial do desmatamento (agosto de um ano a julho de outro), os números do Deter confirmam a tendência de queda que vem sem apontada pelo governo há alguns meses. No acumulado de agosto de 2009 a junho de 2010, a área desmatada foi de 1.808 km². A soma é 49% menor que a registrada no período anterior (agosto de 2008 a junho de 2009), quando o Inpe verificou 3.536 km² a menos de floresta na região. Os números do desmatamento mês a mês são calculados pelo sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que monitora áreas maiores do que 25 hectares e serve para direcionar a fiscalização ambiental. A taxa anual de desmate é calculada por outro sistema, o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que é mais preciso, por avaliar áreas menores. Apesar da metodologia diferente, a avaliação do Deter costuma antecipar os resultados do Prodes. Os dados do Prodes só devem ser apresentados em novembro. Se a tendência de queda se confirmar, o governo pode chegar a um novo recorde de queda do desmatamento. Em 2009, a taxa anual de desmate calculada pelo Inpe foi de 7,4 mil km², a menor registrada em 20 anos de monitoramento. (com informações http://agenciabrasil.ebc.com.br/)

EMBALAGENS DE EXTRATO DE TOMATE

As novas embalagens de molhos e extratos de tomate são um retrocesso ambiental. A indústria está substituindo as tradicionais latas de ferro por sacos de plástico laminado. As embalagens tradicionais eram de lata (ou folha de Flandres). As latas são fáceis de reciclar. E se decompõem totalmente se forem parar em algum terreno baldio ou lixão.Já as novas embalagens criam um problema para o descarte. Elas são feitas com um material composto, que mistura camadas de plástico e metal. Hoje não há tecnologia economicamente viável para separar esses componentes e reciclá-los. Algumas entidades começam a tentar coletar esses sacos para fazer com eles outros produtos, como bolsas. Mas não dão conta de todo o volume produzido. Além disso, esse material não é biodegradável, como a lata. Se for parar na natureza, fica lá por milhares ou milhões de anos.A substituição provavelmente tem razões econômicas. Os produtos embalados nos saquinhos custam quase a metade do preço do que as latas no supermercado. Também permite lançar saquinhos com quantidades menores de molho de tomate, o que evita desperdícios. Mas o custo ambiental pode ser mais alto do que a economia no caixa do supermercado.Não é primeira vez que a indústria de embalagens passa por um retrocesso do tipo. Há poucos anos, os fabricantes de óleo de cozinha também trocaram as embalagens de lata por garrafas plásticas (tipo PET). As latas eram biodegradáveis. As garrafas PET não. Naquele caso, o grande diferencial foi a atratividade do produto. O consumidor preferia comprar o óleo na embalagem transparente.A economia ou atratividade do produto para o consumidor vai resultar em um custo mais alto de descontaminação de ambientes naturais e na sobrecarga dos depósitos de lixo. Mas não dá para esperar que alguma empresa desafie sozinha a tendência do mercado e insista na embalagem ecologicamente correta. Em alguns casos, só a regulamentação governamental pode resolver isso. (com informações http://colunas.epoca.globo.com/planeta/)

TOURADAS PROIBIDAS NA CATALUNHA

O parlamento catalão aprovou o decreto de proteção dos animais, que implica a proibição das touradas nesta próspera região do nordeste espanhol, a partir de 2012. A aprovação oriunda de Iniciativa Legislativa Popular (ILP) apresentada em dezembro passado pelos opositores das touradas, que consideram essa prática uma barbárie, convertendo-se na segunda região espanhola a proibir sua realização depois das Ilhas Canárias, em 1991. Os opositores à "corrida" de touros, cada vez mais numerosos na Catalunha e apoiados por poderosas organizações internacionais de defesa dos animais, lembram que esta tradição está perdendo força na região, onde apenas a Praça Monumental de Barcelona continua a organizar touradas.A votação aconteceu num contexto complicado para o setor "taurino" na Espanha, que gera cerca de 40 mil empregos e bilhões de euros por ano, e que vem sentindo efeitos negativos desde 2009 por causa da crise econômica.Inúmeras regiões espanholas, inclusive Madri, anunciaram, assim que se iniciou o debate catalão, suas intenções de inscrever a tourada como "patrimônio cultural", com o objetivo de proteger a tradição. Ainda assim, os contra ganham espaço. (com informações www.terra.com.br.)

FEIRA DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS NO SHOPPING TOTAL

Neste sábado, o Shopping Total vai promover uma feira de adoções de cães e gatos, no Largo Cultural, das 10h às 16h. O evento também contará com desfile, distribuição de brindes e vacinação gratuita contra raiva para os bichinhos. A ideia é incentivar as pessoas a adotarem os animais sem raça definida que hoje não possuem um lar ou cuidados devidos e ainda sofrem preconceitos. A entrada é franca. Em caso de chuva, o evento será cancelado. Para adotar, basta apresentar RG, CPF e comprovante de residência.(com informações Blog Bicharada)

BIOMA PAMPA PERDEU METADE DE SUA VEGETAÇÃO

O bioma Pampa, que ocupa a maior parte do Rio Grande do Sul, já perdeu quase 54% da vegetação original. Os dados mais recentes do desmatamento do bioma, divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, mostram que, entre 2002 e 2008, 2.183 quilômetros quadrados de cobertura nativa foram derrubados.O levantamento, feito pelo Centro de Monitoramento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), aponta os 19 municípios gaúchos que mais desmataram o bioma no período. Alegrete, no extremo oeste do estado, é o campeão de derrubada, com 176 quilômetros quadrados de desmate entre 2002 e 2008. As cidades de Dom Pedrito e Encruzilhada do Sul aparecem em seguida, com 120 quilômetros quadrados e 87 quilômetros quadrados desmatados em seis anos.Apesar do grande percentual desmatado, o ritmo de devastação do Pampa é o menor entre os biomas brasileiros. De acordo com os dados do MMA, a região perdeu anualmente, em média, 364 quilômetros quadrados de vegetação nos últimos seis anos. No Cerrado, o ritmo anual de devastação é de 14 mil quilômetros quadrados por ano e, na Amazônia, a derrubada atinge 18 mil quilômetros quadrados de floresta anualmente. (com informações Agência Brasil)

BP ANUNCIA FIM DE VAZAMENTO DE PETRÓLEO NO GOLFO DO MÉXICO

VAMOS ESPERAR QUE A NOTÍCIA SEJA VERDADEIRA E SE CONFIRME!!!! A petroleira britânica BP revelou que as primeiras 24 horas de testes não revelaram indícios de vazamento na zona onde foi instalado um sistema para conter a fuga de petróleo, no fundo do mar no Golfo do México. O vazamento de milhões de litros de petróleo no Golfo do México deteve-se na quinta-feira, depois do fechamento de três válvulas da tampa instalada na segunda-feira sobre o poço danificado há três meses, depois da explosão e do naufrágio da plataforma da BP Deepwater Horizon. Um alto funcionário americano afirmou mais cedo que as primeiras 24 horas de leituras de pressão no poço não eram conclusivas, e que o governo tinha ordenado à BP monitorar tanto o poço como o leito marinho. A possibilidade de que o petróleo busque brechas de saída para o oceano é uma das principais preocupações. Os engenheiros da BP medem a temperatura do poço, que ficou constante nas últimas 24 horas, o que indica que não há vazamento de petróleo, disse o vice-presidente da companhia. Mesmo assim, foram colocados sensores acústicos para detectar um eventual fluxo de petróleo, mas as câmeras instaladas não detectaram sinais de vazamento tanto no poço como no leito marinho. Os testes de pressão, desde o fechamento das válvulas na quinta-feira, devem durar 48 horas. (com informações http://www.terra.com.br/)